Eu brigo, mudo do nada, não meço palavras, e tenho um ciúmes possessivo. Mas me perdoe, nunca fui boa com isso de demonstrar sentimentos. E acredite que ninguém vai conseguir fazer o bem que você me faz. Então me diga, diga que não vai…
Eu tenho medo de acreditar em você, de te desejar tanto tanto e acabar descobrindo que eu ainda tenho um coração e que ele ainda pode amar muito alguém.
Quando as coisas correrem bem, fique contente; quando as dificuldades chegarem, lembre disso: É Deus quem manda tanto a felicidade como as dificuldades, e a gente nunca sabe o que vai acontecer amanhã.
Sabe aquela agora forte, corajosa e destemida, e calma? Pois é definitivamente não sou eu. Poso até ser forte quando necessário, e me mostrar forte para todos. Mais por dentro as coisas não são bem assim. O medo de perder aqueles que amo me assombra a todo o momento. Sou dominada pela intensidade, quando amo, amo demais, quando sofro, sofro de mais. Em compensação quando sou amiga sou a melhor que se pode ter. Mais também sou a inimiga que ninguém quer. Aquela encrenqueira que quando está com a razão não cala para ninguém. Que fala alto, que tem a voz enjoada.